d
c

HUMANÍSSIMO

HUMANÍSSIMO

“Torne-se a Pessoa Mais Feliz Que Você Conhece.”

Início

Sobre Gustav

Gustav Braga é professor, tradutor e intérprete de ESL (English as Second Language), Comunicador Social na área de Relações Públicas, produtor cultural e de conteúdo e ainda atua na área de Visagismo e Consultoria de Imagem. Conhecido por seu trabalho voluntário e como “lightworker” (trabalhador da luz, em tradução livre), as mensagens inspiradoras de Gustav atingem uma nova geração de indivíduos em busca de paz interior e realização pessoal.

Em 2015, iniciou o projeto Humaníssimo, cujo Manifesto busca primeiramente desconstruir a visão negativa que se tem do período do envelhecimento e reinserir o idoso a outros espaços que não sejam somente para eles. Gustav atua como nômade digital desde 2015.

O Humaníssimo ainda traz uma gama de conteúdos voltados para o equilíbrio interno (Inner Balance), guia de meditações e consultoria de imagem, além de atrelar aspectos culturais e iniciativas que trabalham conceitos como “felicidade” e o entendimento da diferença entre Viver e Existir. 

Sobre Zac

Ezequiel “Zac” Simonetto é Bacharel em Relações Internacionais, Pós-graduado em Gestão de Pessoas e Comunicador Social na área de Jornalismo. Ele é professor de Inglês e Espanhol há mais de 7 anos e atua como nômade digital desde 2016.

Seguindo sua jornada como “lightworker”, Zac juntou-se ao Humaníssimo em 2016, e desempenha várias funções, a de maior destaque: editor-chefe. Ele cuida especialmente da produção textual e revisão de boa parte do material publicado no blog.

Zac busca em suas experiências do dia a dia inspiração para a criação de conteúdos condizentes com os pilares do Humaníssimo, que são: Felicidade, Consultoria de Imagem e Senilidade Positiva.

 

 

Início

Colaboradores

Início

Profissional do Marketing com Mestrado em Administração de Empresas com Linhas de Pesquisa em Estratégia e Operações, Área de Concentração, Estratégia e Inovação. Diretora de Marketing na ON.LAB Estúdio Digital, nas áreas de elaboração, execução e análise do Planejamento de Marketing e pesquisas de Mercado, entre outras.

Lidiane Campos

Início

Estudante de Publicidade e Propaganda, adora ler e por esse motivo tem um blog literário chamado The Reading Season. Cinema e fotografia são paixões antigas, assim como descobrir novas músicas é uma compulsão.

Renata Gerszon

Pilares

Espiritualidade

Espiritualidade

Uma vez que é crescente a sede por recursos que ajudem a “esvaziar a mente” e a combater o “problema de ansiedade”, o Humaníssimo promove a reencontro consigo pela conexão com a espiritualidade através natureza e de energias positivas.

Consultoria de Imagem

Consultoria de Imagem

Todos projetamos uma imagem. Não se trata apenas de boa ou má aparência, mas de tudo o que transmitimos de forma verbal e, principalmente, não verbal. São atitudes, posturas, o modo de falar, de vestir, de tratar, e até detalhes. A interligação de múltiplos fatores trabalha para a formação da imagem pessoal.

Senilidade Positiva

Senilidade Positiva

O reconhecimento da velhice é imprescindível, pois deve-se aprender a conviver com a incontrolável realidade humana que é o envelhecimento. É importante para conviver com o processo de envelhecimento aceitá-lo como condição existencial, entendendo que só envelhece quem teve o privilégio de viver todas as fases e de não morrer quando criança ou quando jovem.

Vídeo em Destaque

O Manisfesto do Humaníssimo

Início

Se você está lendo esse texto agora, considere-se uma pessoa de sorte. Você está presenciando uma revolução que está mudando a forma como o mundo funciona. Por mais que ainda possa não ter percebido isso, estamos na crista da onda de um movimento que nos próximos anos vai desconstruir a noção do que significa o distanciamento e o envelhecimento das gerações.

Estamos passando por um novo momento de confluência mental, o qual requer que se tenha uma consciência direcionada à evolução do ser e sua espécie. Hoje a coisa mais importante para a maioria das pessoas é a ideia do que se tem, constituído pelo trabalho. Todavia, chegaremos num momento em que se entenderá que a vida não é pautada só pelo trabalho, pois ele não se segura por si só. Então, será necessária a inserção da espiritualidade para que as coisas fluam de forma natural.

No mundo industrializado o indivíduo era reconhecido por sua capacidade de produção e sua inserção na dinâmica social regida pelo consumo. Produção e, contemporaneamente, acima de tudo, o consumo, estavam posicionados no topo do cabedal de experiências que o indivíduo pudesse ter acumulado durante sua vida, determinando seu status nesta sociedade.

A cultura ocidental, especialmente com o advento da industrialização e de forma mais efetiva após a segunda metade do século XX, tomou o caminho contrário ao das sociedades ditas “primitivas”: o ideal agora é que todas as gerações existentes e posteriores sejam felizes, prósperas e conscientes.

O Humaníssimo vem para desconstruir a visão negativa que se tem do período do envelhecimento e reinserir o idoso a outros espaços que não sejam somente para eles. É claro que alguns serviços direcionados são muito positivos e adequados, contudo, o envelhecimento se torna maior quando evidenciado.

O movimento surgiu no intuito de ajudar as pessoas a não temerem o aspecto visual e estético do velho / idoso / senil. Isso se dará através de visitas e trabalhos voluntários em asilos e lares. Nestes e em outros espaços, além do engajamento com o voluntariado em si, serão entrevistadas pessoas para conhecer suas histórias, com o intuito de ouvir o que elas têm a dizer e aprender com isso, procurando inspirar outras pessoas.

Os grandes responsáveis por isso são pessoas que trabalham em prol de uma reinserção da terceira idade na sociedade e da igualdade / aproximação entre as gerações.

Um Novo Caminho: A Confluência da Vida

O único objetivo mundial em comum é caminhar para a felicidade, mas as pessoas se perdem no caminho do entendimento dos meios para o fim. Isso acontece, pois elas não têm clara a ideia do que realmente é “ser feliz”.

Só com a consciência (conhecer a si próprio) as pessoas vão conseguir atingir a felicidade (ou pelo menos estarem mais próximas dela). Durante essa jornada, saberão aproveitar a confluência que surge no caminho e não mais esperarão por uma aposentadoria ilusória, curtindo o melhor que o universo tem a oferecer.

Viver ≠ Existir

As pessoas que “existem” estão sob um transe causado por uma programação mental social, trazida de forma patriarcal das gerações anteriores. O Humaníssimo busca despertá-las desse estado para “viverem” em tempo integral, tomando as rédeas de suas vidas, não mais vivendo em intervalos, esperando uma aposentadoria ilusória.

Início

“O que o céu conta? Me conta que viver é nascer lentamente… e você: vive ou existe? Eu estou vivendo!”

Senilidade Positiva: Rumo aos 100

O envelhecimento é um processo cumulativo, irreversível, universal, não patológico, de deterioração de um organismo maduro e que pode incapacitar o indivíduo para o desenvolvimento de algumas atividades. O que se depreende desta descrição é que ela compõe bem o conceito de senescência (diferentemente de senilidade), marcada por aspectos biológicos que se fazem através do tempo com intensidade variável de pessoa para pessoa, mas universalmente característica.

O envelhecimento não ocorre aos saltos, faz-se de maneira gradual, ao sabor dos anos. Atingindo a todo e qualquer um que permaneça ao longo de suas muitas idades, do nascimento à morte. A capacidade de a pessoa readaptar-se às mudanças físicas, sociais e emocionais reflete na sua saúde psicológica, garantindo, assim, um envelhecimento bem-sucedido

Início

As questões que cercam a condição do idoso no Brasil são, mais do que uma preocupação brasileira, uma preocupação social mundial. O aumento da população idosa expõe de forma clara o despreparo da atual sociedade para acolher essa grande faixa da população, que vem crescendo de maneira considerável e intensamente expressiva no que concerne ao impacto na produtividade e nos custos sociais. Refletindo ainda na ordem do consumo dessas pessoas que chegam à chamada terceira idade, tendo sua condição monetária bastante comprometida por um sem-número de variáveis. (MELO, Ana Cristina Soares; 2014)

É comum chegar-se à velhice defrontando-se, para além do desgaste físico natural, em grande parte das vezes, com o preconceito, a pobreza e um sentido de desconforto social. Desconforto que se corporifica por meio das estratégias sociais que buscam camuflar os problemas que rondam a velhice, na vã tentativa de ocultar as dificuldades que a sociedade tem para tratar esses mesmos problemas com interesse, atenção e lucidez.

O Humaníssimo veio para derrubar paradigmas, trazendo 100 maneiras de se viver de forma lendária até os 100 anos. Neste contexto, pode-se dizer que senilidade é um nome bonito e digno para velhice. No entanto, há uma definição ainda negativa e muitos mitos atrelados a essa palavra. Aqui estão alguns deles:

Mito #1: Supõe que a velhice e a enfermidade andam juntas. A maioria da população anciã é considerada com uma saúde incapacitada, associando velhice com deterioração mental.
Mito #2: Enfraquecimento determinado pela velhice;
Mito #3: Decrepitude;
Mito #4: Debilidade intelectual e física.

A sociedade cria nomes, apelidos, eufemismos para driblar seu próprio desconforto diante da velhice: melhor idade, terceira idade, idoso. Nenhum destes termos exprime ou resume o que é fazer-se velho. Com o avançar dos anos, ocorre progressiva perda de recursos sociais, físicos e mentais que convergem ao despertar de um sentimento de desamparo. É o tempo em que o indivíduo pode se mostrar indefeso, impotente, com dificuldades para enfrentar o cotidiano, tomar decisões sobre seus próprios problemas. O Humaníssimo busca quebrar tais definições negativas.

Início
Início
Início

Como Lidar com o “Envelhecer”

O envelhecimento mostra-se cada vez mais presente nas famílias, esteja o idoso ou não sob o mesmo teto que os familiares. A Organização Mundial de Saúde (OMS) pontua que família “é o núcleo primário, promotor do suporte emocional, social e psicológico inevitável e indispensável”.

Portanto, a família é o grupo insubstituível no qual o idoso deve permanecer o maior tempo possível, pois representa para ele a provedora fundamental e, às vezes, sua única referência, além da possibilidade de manutenção da sua autoestima, pois, ao participar da vida familiar, com filhos, netos e demais, ele se sente vinculado com o mundo.

Porém, muitos idosos conduzem suas vidas sozinhos, seja por opção ou por circunstâncias mais adversas que os levam a essa condição. Muitos conservam a autonomia, outros, no entanto, veem-se sós em seus lares e são acometidos por sentimentos de solidão e abandono, com a sensação de afastamento social. Mesmo aqueles inseridos em suas famílias podem atestar o distanciamento entre os interesses das diferentes gerações dos membros dentro de seus lares. Como resultado, veem-se forçados a adequar-se aos mais jovens, abrindo mão de seus hábitos e de sua autonomia.

O envelhecimento é vivido de modo diferente de um indivíduo para outro, de uma geração para outra e de uma sociedade para outra. Envelhecer, no imaginário social, significa sofrimento, solidão, doença e morte. Dentro dessa conceituação da velhice, não se observa prazer em viver essa fase da vida. No imaginário social a velhice sempre foi pensada como uma carga econômica, tanto para a família quanto para a sociedade, e como uma ameaça à mudança. Depreende-se daí que, num mundo onde a novidade, a estética e a produtividade se associam, não pode haver lugar para o que expõe a finitude.

Velhice Bem e Mal-sucedida

Todas as experiências humanas têm referencial no corpo. Sentir alegria, tristeza, medo, prazer, inveja, rejeição ou amor reflete no funcionamento corpóreo e no conjunto das reações de todo ser humano. O envelhecimento, sendo parte do cenário natural da vida, é um estágio com mudanças físicas, psíquicas e sociais peculiares a cada indivíduo. Naturalmente, a velhice é a última fase do período da existência.

As mudanças físicas, psíquicas e sociais conduzem à modificação da imagem que a pessoa tem de si mesma e difere de um indivíduo para outro. Cada qual com seu ritmo próprio de envelhecimento orgânico e enfrentamento diante das mudanças que surgem. Não se pode esquecer de que as alterações que ocorrem estão associadas aos determinantes hereditários e às influências do meio ambiente.

Envelhecer é aceitar o inaceitável, isto é, aceitar a perda gradual das funções orgânicas, sociais e psicoemocionais. Quando se fala em idosos, a individualidade e suas variáveis estão presentes. A idade orgânica, o sexo, as características hereditárias, o grau de instrução, a condição social, a cultura e a profissão, entre outros pormenores, dão o aspecto único que cada indivíduo possui.

Notadamente não há padrão para o envelhecimento, sendo processual e gradativo; para alguns é lento e para outros é mais rápido. Está ligado a muitos fatores, como causas orgânicas e externas (tipo de profissão, estresse, exposição a um sem-número de fatores ambientais). O amadurecimento e todas as mudanças são sentidos de forma variável de indivíduo para indivíduo; dependem do estilo de vida de cada um.

Experimentar todas as alterações advindas do desgaste das funções corpóreas e as alterações decorrentes dos traumas impostos ao longo da existência determina ao ser humano ressignificar muitos de seus conceitos e posicionamentos diante da vida. É justamente essa ressignificação que decidirá uma velhice bem ou mal-sucedida; assumir, de um modo ou de outro, a nova imagem corporal, preservando as anteriores, ciente da finitude do ciclo vital. Privilegiando o arcabouço da experiência vivida.

O reconhecimento da velhice é imprescindível, pois deve-se aprender a conviver com a incontrolável realidade humana que é o envelhecimento. Ao conquistar esse modo de ser seremos capazes de ressignificar o “vazio” que habita a alma humana, na trajetória entre o nascer e o morrer, nesse espaço a que chamamos vida. Deve-se ainda considerar que é importante para conviver com o processo de envelhecimento aceitá-lo como condição existencial, entendendo que só envelhece quem teve o privilégio de viver todas as fases e de não morrer quando criança ou quando jovem.

Manutenção na Saúde do Senil através de Grupos Sociais

Com o olhar debruçado sobre os aspectos da convivência em grupos sociais, a troca de experiências, a diminuição da solidão que contribui para alicerçar ou não o descompromisso da sociedade, que criam para os velhos um nicho apartado da realidade social.

A velhice não é um fragmento da existência humana e deve ser entendida como parte do continuum da existência A marginalização do idoso ocorre em todas as esferas, tanto na doméstica quanto em outros espaços sociais. No que concerne à sociedade e suas exigências estruturais, essa ocorrência é consequência do modelo concentrador de renda e de oportunidade de trabalho, em que o “novo” se sobrepõe ao “velho” no sentido da inutilidade social.

Início

A noção que temos de velhice decorre mais da luta de classes que do conflito de gerações. O idoso, após longos anos de trabalho, “herda” o chamado tempo livre. Mas chega a esse estágio menosprezando atividades de lazer, largamente influenciado pela supervalorização do trabalho. Estabelece-se aí a contradição que se verifica entre o tempo disponível, fruto da aposentadoria, e a prática efetiva do lazer. Porém, como não se encaixa em nenhum nicho das necessidades da sociedade, é posto à margem.

As relações com a família e outros grupos devem ser promovidas para o exercício do afeto, do desenvolvimento das potencialidades que não se apagam com o avançar dos anos, evitando assim o isolamento e a inatividade.

A imagem do idoso necessita mudar e lentamente vem se modificando diante dele próprio e da sociedade, em razão do avanço das tecnologias na área da saúde, proporcionando elevação da expectativa de vida. Consequência disso é que o idoso na cena contemporânea é influenciado por hábitos saudáveis. Entende que seu bem-estar está associado a fatores físicos e mentais e busca exercitar mente e corpo.

Engajar-se em atividades sociais desenvolvidas em grupo representa aspecto diferencial no rumo da vida. Os sentimentos de utilidade, de identificação com os desejos, valores e expectativas do grupo, e de inserção e realização pessoal favorecem a vivência de um estado de plenitude que possibilita ao idoso um reforço de seu sentido existencial, ajudando-o a perceber o futuro como uma história em aberto, em construção e, consequentemente, com muitas possibilidades de ação.

O grupo da terceira idade, como opção do próprio idoso, é de grande valor para a manutenção de uma velhice mais saudável, pois:

  • Altera positivamente as expectativas e perspectivas em torno desse momento da vida.
  • Traz novo sentido por romper os paradigmas da sensação de inutilidade, auxiliando no processo de promoção de sua autoestima e, consequentemente, na sua integração no seio familiar resgatando valores como ser humano.
  • O grupos servem como ferramenta de “laços simbólicos de identificação, onde é possível partilhar e negociar os significados da velhice”, e que possibilitam a estruturação de novos modelos, paradigmas de envelhecimento e construção de novas identidades sociais.
  • Esses grupos, para além dos aspectos sociais, contribuem para o exercício da independência e autodeterminação, funcionam como rede de apoio para o movimento na busca de autonomia e sentido para a vida.

A participação em grupos de convivência (grupos de terceira idade) torna a vida mais proveitosa em virtude das trocas que ali se estabelecem e das experiências compartilhadas. O frequente contato com outros idosos em idênticas situações permite que ele perceba que todos têm dificuldades, mas, apesar disso, continuam firmes na luta. Ele troca os antigos muros isoladores por amplas e luminosas janelas, pois agora ele quer ver o mundo, há novas possibilidades, surgem novos amigos, companheiros de jornada e de trincheira.

O Idoso na Mídia

O Humaníssimo defende a criação de um espaço igualitário midiático, isto é, o idoso ter seus espaços nos veículos da mídia (revistas, jornais, etc), assim como qualquer outra faixa etária. Os idosos não precisam estar só fazendo “comercial de margarina”, aqueles com temática familiar, eles podem ir muito além.

Na verdade, algumas personalidades são/eram ícones também e quase ninguém repara que já são senis. Alguns exemplos: Iris Apfel, Meryl Strip, Joan Rivers, Elton John, Morgan Freeman, Julie Andrews, Maggie Smith, Barbara Walters, Christopher Walken, Oprah Winfrey, Cher, Whoopie, Bette Midler, etc…

Ego X Abandono

Com o passar dos anos, muitas pessoas acabam “se abandonando”. O que isso quer dizer, afinal? Significa que muitos acabam caindo naqueles conceitos negativos de “velhice” e “senilidade”, e esquecem-se de si próprios, relaxando nos cuidados pessoais. No entanto, o Humaníssimo defende que, em oposição a isso, quando se é idoso, existe sim a possibilidade de ser vinculado a uma imagem oposta ao abandono. O que realmente importa é a personalidade e a forma com a qual você a expressa através do seu estilo.

Ainda neste diapasão, cabe aqui cabe outro questionamento: Qual o limite para o ego? O Humaníssimo trabalha a questão do desapego de premissas como o consumismo, mania de grandeza, pedantismo, presunção e vaidade, defendendo uma vida mais espiritualizada. O Humaníssimo defende o desapego, mas não o desleixo.

Início

“É a vaidade que leva o homem a arrogar-se o direito de julgar os seus semelhantes.” (Meishu Sama)

Deve-se deixar claro que desapego não é desinteresse, indiferença, desleixo, abandono ou fuga, especialmente de si próprio e de sua imagem. Em outras palavras, para ser um ser “desapegado” não precisa-se ser relaxado ou desleixado com sua imagem, desde que respeite-se os limites, seus e de seus semelhantes.

O fato é que não devemos nos tornar indiferentes aos problemas da vida. Não devemos fugir da vida; não se pode fugir dela quando somos sinceros. A vida e seus problemas devem ser encarados e lidados de frente, mas não são coisas às quais devamos nos apegar. Um exemplo clássico é a questão do dinheiro, o qual tem sua importância, mas a pessoa que se apega a ele torna-se avarenta e escrava do dinheiro.

É muito fácil nos apegarmos à nossa beleza, às nossas aptidões ou às nossas posses, e assim nos sentirmos superiores aos outros. É aí que entra a questão dos limites. Cuidar e amar a si próprio não é a mesma coisa que ser vaidoso, arrogante e pedante, pensando ser superior aos outros.

Por outro lado, é igualmente fácil nos apegarmos à nossa feiura, à nossa falta de aptidões ou à nossa pobreza, e assim nos sentirmos inferiores aos outros. O apego às condições favoráveis leva à avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego às condições desfavoráveis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Sem dúvida, nosso apego às coisas, condições, sentimentos e ideias é muito mais problemático do que imaginamos.

O amadurecimento e a moda

Conservadorismo X Fashionismo

A vida é muito curta para você se abandonar visualmente.

Desde o início do século XX, iniciou-se um processo de valorização da novidade que substituiu a tradição e da velocidade em detrimento do ciclo natural. Nenhuma área da atividade criativa humana esteve mais ligada a este conceito do que a moda (fast fashion).

É possível amadurecer a ideia de adentrar um estilo de colorização neutra com peças únicas e genuínas, não deixando-se cair no conceito de tendência fast fashion (o qual está relacionado diretamente ao consumo desenfreado). A partir disso, cria-se a identidade própria e desenvolve-se um guia de estilo próprio, o qual o Humaníssimo defende e trará conteúdo a respeito.

Humaníssimo: Uma pirâmide?

Trabalho, espiritualidade e felicidade devem caminhar juntas (equilíbrio).

Ao perceber-se esse “problema de ansiedade” muito forte, começou-se a desenvolver recursos para combatê-la, como por exemplo, meditação, yoga, retiro espiritual, etc. É nesse contexto que o Humaníssimo entra, uma vez que é crescente a sede por recursos que ajudem a “esvaziar a mente” e promoverem a reencontro consigo através da conexão com a natureza e energias positivas.

Início

Geração Millennials

Ser jovem é definitivamente sofrer de ansiedade, causada especialmente pelo excesso de informação que se tem acesso. A Geração Millennials nasceu com o poder da informação nas mãos, não existe mais uma “linha de chegada” para o conhecimento, as fontes são infindáveis, o que leva à ansiedade, pois o jovem sente que nunca está “pronto” de fato, sempre precisando se atualizar alimentando-se dos veículos digitais, impressos e audiovisuais.

O sentimento que perpetua-se nessa geração definitivamente é a vontade de crescer. Sendo essa uma geração muito ansiosa e com uma visão extremamente capacitada de si própria por ter acesso à informação e instrução (multi-potencial), quando encara o mercado de trabalho sente-se deslocada e um tanto inquieta, especialmente por estar lidando com um sistema conservador em alguns quesitos e hierárquico vertical e raramente horizontal. O jovem sente a necessidade de ser privilegiado e reconhecido dentro do ambiente de trabalho, considerando-se capaz de assumir mais funções variadas.

O Estado Consciente (Mindfulness)

Prestar total atenção no que acontece na mente e no corpo é um estado mental desafiante em tempos como o nosso, pois estamos rodeados de recursos tecnológicos. Quem consegue atingi-lo, por meio de técnicas como meditação, está lidando com algo conhecido como mindfulness, que pode ser traduzido como atenção plena. Os jovens estão buscando recursos que os ajudem a diminuir a ansiedade passando momentos consigo, isto é, estamos na Era do Mindfulness

A importância da prática meditativa na tradição e cultura asiáticas vem principalmente do budismo. A novidade é que agora há cada vez mais interesse acadêmico, midiático e de pessoas comuns em relação ao tema em todo o mundo. A busca pelo estado de mindfulness tem sido, dessa forma, mais terapêutica do que religiosa: médicos e especialistas em saúde pública defendem a aplicação em tratamentos e sua implementação em sistemas públicos de saúde. 

As técnicas meditativas usadas para treinar esse estado de atenção usam o corpo. A mais comum é centrada na respiração – usá-la como ponto de atenção, de olhos fechados, e tentar evitar que a mente “viaje”, se concentrando apenas no próprio ato de respirar. O mecanismo básico de todas as técnicas para atingir mindfulness tem a ver com essa autorregulação da atenção. O Humaníssimo trabalha a questão da arte de meditar, entrar em contato consigo e esvaziar a cabeça, práticas as quais tem ganhado muita aderência entre o público jovem. 

Felicidade Desmistificada e a Prática do Agora (Nowfulness)

O Humaníssimo traz a noção de que existe a possibilidade de ser feliz não importando o que aconteça na sua vida. Para levar “Mindfulness” para um novo nível de simplicidade, surgiu o termo “Nowfulness” (A Prática do Agora), o qual significa simplesmente fazer deste momento o foco principal de sua vida. Você aprenderá a ser feliz não importando o que aconteça na sua vida. Isso pode parecer inacreditável e inalcançável, uma vez que estamos convencidos que para sermos felizes, precisamos mudar algo interna ou externamente, agir diferente, transmutar algumas emoções, mudar de lugar, etc.

Você descobrirá neste curso que felicidade não depende do que está acontecendo dentro ou fora e sim de onde a sua atenção está neste momento. Se sua atenção está de verdade firme no tempo presente, você experimenta o tipo de felicidade que se está falando aqui.

Se sua atenção está perdida em algum pensamento, então você está experimentando o “stress”, o qual é comum para a maioria das pessoas na maior parte do tempo. Com lacunas de pensamentos, nos tornamos obsessivos por pensar demais. Tornamos-nos de certa forma “escravos” dos nossos pensamentos, os quais nos forçam a escutá-los e segui-los o tempo todo. A grande maioria dos pensamentos que absorvemos (praticamente 99%) são irrelevantes para o que está acontecendo neste momento. Exemplos: algo que não está em nosso alcance, pois já aconteceu e não tem como voltar atrás, ou então algo que está para acontecer e novamente não podemos interferir.

Quando fazemos a “Prática do Agora” plenamente, conseguimos absorver os pensamentos úteis (o 1% relevante), então fazemos do momento presente o principal foco das nossas vidas. Essa é a essência da prática do “agora”, isto é, fazer deste “agora” o foco principal, dar mais atenção ao que está acontecendo neste momento e notar quais pensamentos estão surgindo. Essa prática nos permite aprender com o passado e planejar para o futuro.

Quando você aprende as quatro habilidades da “Prática do Agora”, você aprenderá a ser feliz não importando o que aconteça.

Light Workers

O Humaníssimo coloca que para ser um light worker (isto é, um trabalhador da luz), é necessária a meditação; praticar mantras; buscar o auto-conhecimento e da criança interior; consciência da alma e do ser interno.

O Humaníssimo defende a causa de uma vida lendária, pois cada pessoa tem um legado. Você é sempre um ser em constante evolução, e chegará a um ponto em que todas essas coisas precisam se interceptar.

Portanto, quando o ser já compreendeu seu introspecto e cercou-se de coisas que pudessem fortalecer o seu interno, ele encontra o equilíbrio (inner balance) e entende que todas as virtudes inclusive o próprio equilíbrio estão dentro de nós.

Uma Nova Perspectiva sobre a Vida

Minimalismo, Frugalismo e Fast Forward X Slow Movement

Minimalismo é caracterizado por uma simplicidade extrema e que também pode ser aplicado ao cotidiano de uma pessoa. Tem como princípio de que somos superiores a qualquer bem material e de que você deve possuir apenas o extremamente necessário. Não significa que você não pode ter nada caro ou de uma marca específica, simplesmente significa que deve ter somente o que é indispensável para a sua sobrevivência e nada mais.

O frugalismo, por sua vez, é um pouco diferente, e vai ainda além do minimalismo, pois você não somente possui menos, como consome menos, seja com comida, roupas, baladas ou outras besteiras. Você aprende a fazer praticamente o milagre da multiplicação com o seu dinheiro e consequentemente aproveita muito mais a vida. 

O Slow Movement ou Slow Spirit surgiu na intenção de mostrar para o mundo a importância de diminuir a velocidade com que fazemos as coisas no mundo moderno. No mundo de hoje estamos sempre com pressa, seja no caminho para o trabalho, seja correndo pelas escadas do metrô ou metendo a mão na buzina presos no engarrafamento. Sem contar na correria do intervalo do almoço onde corremos para o fast food mais próximo ou ligamos para uma pizza a domicílio. Surgiu a partir do questionamento: “por que não podemos simplesmente aproveitar e curtir o momento?”. Por causa dessa constante velocidade e agitação acabamos perdendo oportunidades únicas nas nossas vidas.

Início
Início

FAQ

Ouça abaixo as respostas de Maria Helena Dias, light worker.

Por que há tão poucas pessoas que consideramos lendas?

Por que a forma de viver não é unificada? Por exemplo, uma senhora da Alemanha que vive em condições diferentes de uma brasileira.

Por que algumas pessoas vivem em “bolhas”, alienadas?

O que significa “dissociação da mente” e por que isso ocorre?

Qual a diferença entre “amor próprio” e “abandonar-se”?

 

Contato

Brasil
ohumanissimo@gmail.com